Segue a tabela.
Lotequeiros dos Céus,
O concurso 322 distribui para cada um dos 34 ganhadores mais de R$62.000,00. Outros 948 infelizes, com 13 acertos, ganharam R$160,00.
Nós, como de costume, seguimos com esperanças para o próximo concurso.
Destaques para o MISTÃO (R$144,00) e para o JJ (R$1,00) que fizeram 11 pontos.
Quebraram as pernas do MISTÃO: Palmeiras (fomos de empate e Palmeiras, mas deu Goiás), Flamengo (fomos seco no líder, mas deu Vitória) e Ponte Preta (fomos de empate e Fortaleza).
O ZEBRÃO (fodam-se os tradicionalistas) manteve a média de 3 pontos.
Eis o desempenho do nosso escrete:
11 pontos: João e MISTÃO
9 pontos: Nasser
8 pontos: Amaury e Enrico
7 pontos: Gustavo, Sócio e Sergio
6 pontos:
5 pontos: Alexandre (nosso eterno cavalo paraguaio)
3 pontos: ZEBRÃO
Para o próximo concurso, uma novidade: N9 – não o Nika, mas o falso – propôs e o BM aceitou que para o próximo concurso, cada lotequeiro, para além dos seus palpites, gratuitamente, terá a oportunidade de apontar uma ZEBRA. A ZEBRA mais votada vai pro MISTÃO.
E10 – sempre procurando alternativas para H&G
Time | Conquista do Título | Classificação para a Libertadores | Classificação para a Sul-Americana | Rebaixamento para a Série B |
| Flamengo | 53.6 % | 94.3 % | 5.7 % | menor que 0.01 % |
| Cruzeiro | 27.5 % | 85.2 % | 14.7 % | menor que 0.01 % |
| São Paulo | 5.8 % | 52.8 % | 46.1 % | menor que 0.01 % |
| Grêmio | 4.9 % | 48.6 % | 50.1 % | menor que 0.01 % |
| Palmeiras | 4.6 % | 45.9 % | 52.6 % | menor que 0.01 % |
| Internacional | 2.3 % | 32.2 % | 64.4 % | 0.01 % |
| Náutico | 0.4 % | 11.2 % | 74.4 % | 0.2 % |
| Sport | 0.2 % | 100 % | 0 % | 0.2 % |
| Vasco | 0.2 % | 6.9 % | 70.6 % | 0.4 % |
| Botafogo | 0.2 % | 7.1 % | 70.7 % | 0.4 % |
| Coritiba | 0.1 % | 4.7 % | 70.1 % | 0.4 % |
| Vitória | 0.1 % | 4.2 % | 66.9 % | 0.6 % |
| Figueirense | 0.09 % | 4.0 % | 65.1 % | 0.7 % |
| Fluminense | 0.02 % | 1.2 % | 45.3 % | 3.2 % |
| Atlético MG | 0.01 % | 1.2 % | 46.7 % | 2.5 % |
| Atlético PR | menor que 0.01 % | 0.3 % | 28.3 % | 5.6 % |
| Portuguesa | menor que 0.01 % | 0.1 % | 21.1 % | 9.1 % |
| Santos | menor que 0.01 % | menor que 0.01 % | 5.9 % | 32.1 % |
| Goiás | menor que 0.01 % | menor que 0.01 % | 1.1 % | 65.0 % |
| Ipatinga | menor que 0.01 % | menor que 0.01 % | 0.4 % | 79.5 % |
Sergey Shmlik poderá ser suspenso do futebol para sempre
GLOBOESPORTE.COM No Rio de Janeiro
O árbitro Sergej Shmlik foi flagrado apitando bêbado uma partida na Bielorrússia. O vídeo faz sucesso no site "youtube", mas o vacilo poderá custar caro ao juiz: a suspensão definitiva do futebol.
O problema aconteceu no empate em 1 a 1 entre Naftan e Vitebsk, no último fim de semana. Visivelmente torto, Sergej teve que ser retirado de campo no segundo tempo.
Após a partida, o árbitro alegou ter tido um problema na coluna. Porém, a Federação da Bielorrússia afirmou que o juiz estava bêbado e deverá anunciar na próxima terça-feira a punição ao árbitro. A imprensa local acredita que Sergej será banido do futebol.
O juiz foi submetido a um exame de sangue ainda no estádio, que apontou 2,6 mg de álcool por litro de sangue, o equivalente a um copo de vodka.
Sergej Shmlik é um dos árbitros mais conceituados da Bielorrússia. O ponto alto de sua carreira foi apitar um amistoso da Inglaterra em Wembley, em 1999, contra Luxemburgo.

Mais uma estupidez assola o Brasil, esta lei seca disfarçada em medida moralizadora. A moral dos reacionários e dos xiitas, que só vai levar mais água (sem álcool) para o moinho da pequena corrupção do dia-a-dia.
Qual o espírito da lei? O de punir os bêbados no volante, gente irresponsável e criminosa que merece mesmo o fogo (não o da bebedeira, mas o do inferno)? Não, esse não é o espírito dessa nova lei, pois esse espírito já existia na antiga lei: o Brasil já tinha leis que coibiam bêbados no volante -- puniam motoristas que tivessem mais do que 6 dg de álcool por litro de sangue. Para se ter uma idéia, isso já era mais rigoroso do que os limites em vigor em países como Canadá e Estados Unidos (que permitem até 8 dg por litro).
Qual era a diferença entre, por exemplo, o Brasil e os Estados Unidos? A diferença era que lá a quantidade de álcool permitida era maior (e não suficiente para embebedar ninguém), mas a fiscalização era, e é, séria. Mesmo podendo ter 8 dg de álcool por litro de sangue, os norte-americanos são muito cuidadosos com suas taças de vinho se vão dirigir, pois sabem que podem ir para a cadeia mesmo.
O que fizeram os moralistas do Brasil? Nossa taxa permitida já era menor do que a americana; o que faltava era simplesmente aplicar a lei -- fiscalizar e punir. Ah, as punições eram mais brandas; concordo plenamente em que fossem aumentadas, como agora. Mas não: no lugar de fiscalizar e punir, o governo (com uma base parlamentar para isso) preferiu tornar o país mais xiita e corrupto, colocando um limite de álcool que equivale, na prática, a proibir qualquer consumo de bebida alcoólica para quem vai dirigir.
Quais as consequências disso?
1 - A primeira, se a coisa pegar, é atacar uma tradição cultural atávica da humanidade -- a de beber socialmente, confraternizar com a bebida. Tradição que data da remota antiguidade, presente nas festas das colheitas, nas celebrações religiosas, nas comemorações das conquistas. A depender da lei, um jantar de vários casais na casa de amigos ou num restaurante fará com que metade dos presentes fique na Coca-Cola, destruindo seu prazer gastronômico e o clima de compadrio. E impondo o rigor disciplinar, a sobriedade careta, que religiões e moralistas de vários matizes adoraram ter como regra para uma humanidade disciplinada e domesticada.
Parênteses do Blog do CL: (o honrado Blogueiro esqueceu de citar as reuniões do COMANDO).
2 - A segunda, se a coisa pegar, é inserir uma clivagem separando ainda mais os mais ricos dos demais. A lei poderá ser seguida por quem tem dinheiro para sempre pagar taxi e motorista particular -- ou seja, o prazer de beber em condições normais, fora de casa, será preservado para esta elite. O resto, que não tiver dinheiro para vários taxis semanais, e na inexistência de verdadeiro transporte público, terá que agir como pária, transgredindo sistematicamente a lei.
3 - A terceira é que, mais provavelmente, nossa lei seca terá efeito parecido ao de sua antecessora nos Estados Unidos: o incentivo ao crime e à corrupção. Ali, nos anos 20 do século passado (1919 a 1933), a bebida alcoólica foi proibida. Sendo o consumo do álcool um hábito cultural arraigado, obviamente as pessoas continuaram a beber -- mas foram obrigadas a fazê-lo fora da lei. Para beber, precisavam pagar para as quadrilhas que dominavam o tráfico. Estas ficaram ricas e poderosas, e a corrupção e a criminalidade milionária medraram como nunca. No Brasil a proibição é mais localizada, não deve chegar à criação de quadrilhas como as de lá, mas considerando nossas tradições, dá para prever que a corrupção é quem vai sair ganhando. Enquanto fazem estas iniciais blitze cinematográficas, vai ser difícil ver casos de policiais se corrompendo. Mas no dia-a-dia daqui pra frente, quando um guarda parar um cidadão que está guiando normalmente, está sóbrio, mas saiu de um restaurante, o bafômetro pode muito bem ser acionado. E é bem provável que o cidadão que tomou duas taças de vinho com a comida, para não ir para a cadeia, resolva pagar ali mesmo os R$ 1.000 que terá que pagar de qualquer jeito se for para a cadeia. Uma propina bem atraente.
Quanta estupidez! É óbvio que os tantos casos de matança provocada por bêbados no volante foram perpetrados por gente realmente bêbada -- com muito mais do que os 8 dg/litro de álcool tolerados nos Estados Unidos. É sobre os bêbados no volante que deveria se voltar a fiscalização. O novo limite imposto no Brasil é na verdade um ataque disfarçado ao consumo puro e simples de bebidas alcoólicas -- medida de muito gosto para xiitas religiosos de várias facções, e moralistas políticos de todas as colorações. Assim caminha, para trás, a humanidade.
P.S. - Se alguém quiser beber acompanhado de boa comida, pode consultar meu novo site em fase de implantação, uma versão eletrônica do meu guia de restaurantes do Brasil. Bom apetite!
No Brasil tem leis que pegam, outras que não pegam. A nova Lei Seca, que proíbe os motoristas de beber qualquer quantidade de bebida alcoólica, é uma lei que pode pegar. Pode pegar metade da população e botar na cadeia.
A radical Lei 11.705 deve provocar uma mudança de hábitos da população brasileira. Antes o cidadão podia ir ao boteco da esquina tomar dois copos de cerveja e voltar sozinho. Agora, é preciso voltar ao lado de um advogado. Com uma advogada, melhor.
Bons tempos aqueles, quando dizíamos que a melhor feijoada com caipirinha era aquela em que uma ambulância nos esperava no lado de fora do restaurante. Hoje, para não fazer a digestão com o delegado, uma ambulância é mais do que necessária.
Ou então o marido liga para a mulher:
- Querida, venha correndo pagar a fiança e me tirar da cadeia!
- O que aconteceu?
- Tomei uma batida de limão e uma batida da polícia!
O amigo do balcão sabe quanto de álcool é agora permitido beber antes de dirigir? Nada. Absolutamente nada! E sabe quanto tempo o álcool permanece no sangue após o consumo e depois de quanto tempo o motorista poderá dirigir? Segundo a médica Júlia Greve, do Departamento de Álcool e Drogas da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), “um copo de cerveja demora cerca de seis horas para ser eliminado pelo organismo. Uma dose de uísque demora bem mais tempo do que isso. O mais garantido é que o motorista possa dirigir depois de 24 horas. Se estiver de ressaca e com sintomas provocados pela grande quantidade de álcool consumida, o melhor é ficar em casa. Esse é o momento em que o álcool começa a ser tóxico e permanece no corpo por mais tempo”.
Tolerância zero até na sobremesa. Em Santa Felicidade, nem é bom chegar perto do “Sagu com vinho”. No Restaurante e Bar Palácio, esqueça o “Mineiro com botas”, que é flambado com conhaque. O álcool usado no preparo pode ser detectado. A quantidade é mínima, mas também será registrada pelo exame de bafômetro e de sangue. Quanto à higiene bucal, atente para os produtos que contêm álcool.
Com a nova Lei Seca vai nascer uma nova tendência de mercado: as “Baladas da Vizinhança”. Quem mora no Bacacheri vai se encontrar com a turma no Bar do Edmundo. Quem mora no Batel, não sai do Batel. Quem mora no Portão, o melhor boteco é o mais próximo do portão de casa. E os que quiserem se deslocar do Portão ao Bacacheri, que chamem os motoristas dos deputados que assinaram essa lei carente de bom senso. Curitiba, enfim, vai ganhar a linha de ônibus InterBares, que venho sugerindo faz tempo. Outra sugestão é para o cidadão preencher um protocolo, a ser entregue aos gerentes dos bares, restaurantes e clubes. Quem chega dirigindo o carro, ao sair paga a conta, a fiança e a multa. Sem maiores burocracias.
A lei vale para qualquer condutor e em qualquer lugar onde puder circular um veículo. Portanto, quem estiver planejando casar os filhos no concorrido Santa Mônica Clube de Campo (distante 25 quilômetros de Curitiba), que consulte antes um advogado. Todos os convidados podem terminar a noitada no xilindró, inclusive o padre, e os pais dos noivos podem ser acusados de co-responsabilidade, por incentivo e indução ao crime.
Olho por olho, dente por dente, copo por copo. Casamentos, aniversários, formaturas, comemorações de fim de ano, os legisladores estão nos obrigando a realizar todas as festividades com a deliciosa Gengibirra Cini. Assim, vamos exigir exemplos recíprocos: neste ano eleitoral, não pode ser servida uma mísera cerveja nos jantares políticos em Santa Felicidade.
Dirigir embriagado é uma estupidez. Quem está no volante não bebe. Ou bebe e chama um táxi. Álcool e direção não se misturam, assim como cachaça e limão. No entanto, exageraram na dose. Da mesma forma que um garçom mede uma dose de uísque, os parlamentares deviam ter medido melhor a lei. Embriagados pelos eflúvios de Brasília, como sempre, legislaram sem moderação. Parece que bebem!